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Variante da BR-381 pode não existir

Informação foi dada por representante do Dnit ao deputado Tito Torres. Sem a variante, rodovia continuará passando por João Monlevade

Em audiência pública que debateu o cronograma e o andamento das obras de duplicação da BR-381, realizada nesta terça-feira (28), o deputado Tito Torres questionou sobre a variante de 45 quilômetros que vai desviar a rodovia de João Monlevade, por meio de acessos em São Gonçalo do Rio Abaixo e em Nova Era. Além de parlamentares, participaram da audiência representantes do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), da Polícia Rodoviária Federal e de Associações de Moradores.

Sérgio Garcia, que coordena os trabalhos de campo do Dnit na BR-381, informou que os lotes 05 (entre Nova Era e João Monlevade) e o 06 (entre João Monlevade e São Gonçalo do Rio Abaixo) estão sendo objetos de novos estudos. Questionado pelo deputado sobre a possibilidade desta variante não existir, ele afirmou que estão sendo feitos levantamentos comparativos para que o projeto seja reestruturado, mas que a decisão de manter o trajeto atual cabe ao Governo Federal.

Tito Torres endossa a opinião de comerciantes, empresários, prestadores de serviço e ambientalistas que defendem que a BR-381 deve permanecer passando por Monlevade. “O desvio representaria prejuízos para o comércio e indústria local, além de implicar na devastação de áreas de Mata Atlântica que estão no trecho destinado para construção da variante”, disse o deputado. De acordo com o projeto atual do Dnit, para que a variante saia do papel seria necessário interromper totalmente o fluxo do Rio Una e o desvio durante as obras seria de 200 quilômetros, causando graves prejuízos para os usuários da via e para a região.

Reassentamentos
A questão das indenizações das 1500 famílias que moram às margens da rodovia foi um dos assuntos de destaque da audiência. Ricardo Medeiros, coordenador do comitê gestor das obras da BR-381 em Minas Gerais, informou que a prioridade são para as regiões onde as obras já foram contratadas. No caso da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) – onde os lotes tiveram licitações fracassadas e estão sendo revistos para terem seus orçamentos compatibilizados com o mercado – as famílias ainda não estão sendo contempladas.

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