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Crise hídrica em Pedra Azul pode ser solucionada

Tito Torres e o vice-prefeito Marção Souto estão a frente de iniciativa que pode reabastecer a Barragem do Soberbo

 
Pedra Azul está vivendo um momento crítico em sua história. Mais de 24 mil pessoas estão sofrendo com a escassez de água. O motivo é a seca da Barragem do Soberbo, que abastecia a cidade há 20 anos. Neste cenário preocupante, lideranças tem se mobilizado em busca de solução. A possibilidade mais viável está sendo conduzida pelo vice-prefeito da cidade, Marção Souto, que conta com o apoio do deputado estadual Tito Torres.

Acompanhando de perto a crise hídrica instalada em Pedra Azul, o vice-prefeito Marção tem buscado alternativas. “Levei uma equipe técnica que conhece bem a região e foi constatado que o ideal é bombear a água do rio São Francisco para a barragem. A partir desse momento, pudemos contar com o apoio do deputado Tito Torres que articulou uma reunião com Ricardo Simões, diretor técnico da Copasa. Estive em Belo Horizonte e, depois desse encontro na Copasa, a empresa enviou profissionais à barragem que também constataram a viabilidade do bombeamento”, diz Marção Souto.

Para garantir os investimentos necessários, o deputado Tito Torres está articulando com a Copasa e o Governo de Minas. O parlamentar visitou a área no último dia 20 e se impressionou. “A Barragem do Soberbo é consistente, grande e precisamos de uma alternativa para enchê-la novamente. É muito triste ver toda essa área apenas com terra seca, e principalmente, como isso tem afetado a vida de inúmeras famílias. Pretendemos recuperá-la captando a água do Rio São Francisco no período chuvoso. Essa é uma alternativa possível, como já apontado por técnicos. Agora, estamos tratando com a Copasa para garantir esse investimento”, diz Tito Torres.

A Barragem do Soberbo abasteceu Pedra Azul por duas décadas. Mas, nos últimos anos, com a diminuição da quantidade de chuva e o aumento do consumo, a barragem começou a perder volume. Neste ano, ela secou totalmente. “Estamos correndo contra o tempo para colocar em prática o plano de bombeamento, o rio não é perene e a captação deve ser feita durante 90 dias, no período chuvoso”, explica o vice-prefeito.

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